No coração da alta marroquinaria, a Louis Vuitton reafirma sua herança e ousadia criativa com o lançamento de L’Express, a nova bolsa assinada concebida por Nicolas Ghesquière. Disponível desde o início de agosto, a peça integra a coleção outono-inverno 2025-2026 e celebra, de forma poética e contemporânea, a arte de viajar, a essência da maison.

Desde 1854, a Louis Vuitton construiu um imaginário de elegância sobre rodas, mares e trilhos, acompanhando exploradores, executivos e amantes da vida cosmopolita. Agora, revisita um de seus capítulos mais emblemáticos: o romance das viagens ferroviárias e o fascínio das plataformas de estação, cenário de encontros fugazes e partidas carregadas de promessas.

O renascimento de um ícone

A criação de Nicolas Ghesquière, diretor artístico das coleções femininas, vai além da estética. L’Express é um exercício de memória e modernidade. Seu nome resgata a inspiração do lendário Speedy, criado nos anos 1930. Compacto e cilíndrico, com alças arredondadas em couro, aquele modelo se tornou inseparável de Audrey Hepburn, cuja elegância inspirou o Speedy 25.

Na nova versão, a herança se encontra com o design funcional: um corpo maleável em couro granulado e camurça de bezerro, adornado com a icônica Toile Monogram nas alças e no chaveiro cloche. A proposta é versátil: disponível em três tamanhos e uma paleta que vai do preto profundo ao marfim com azul-olímpico, passando por tons de avelã, mogno e taupe.

Multifuncional, a L’Express acompanha o ritmo das mulheres ativas. Pode ser carregada à mão, no braço, ao ombro ou a tiracolo, graças às diferentes alças e tiras ajustáveis. É um acessório pensado para se adaptar a estilos de vida dinâmicos, sem renunciar à sofisticação.

O lugar entre os grandes

Ghesquière recriou um clássico e inseriu a L’Express na constelação dos grandes ícones da Louis Vuitton. O modelo herda elementos estruturais do Keepall, símbolo das viagens sem limites, e dialoga com peças lendárias como o Neverfull modelo espaçoso e leve lançado em 2007 , o Alma, com sua silhueta Art Déco, e o Twist, conhecido pelo fecho LV que se transforma em joia funcional.

A galeria de clássicos inclui ainda as pochetes monogramadas, o saco Noé (criado para transportar garrafas de champanhe), o Looping em meia-lua, a shopper OnTheGo e a irreverente LV Biker. Sem esquecer as malas rígidas que deram origem a todo o império Louis Vuitton.

Ao lançar L’Express, a maison também sinaliza uma estratégia de revitalização do segmento Moda & Marroquinaria do grupo LVMH. A peça é um manifesto de continuidade e reinvenção: a prova de que tradição e modernidade podem seguir viagem juntas, no mesmo trem.

Com L’Express, a @louisvuitton convida suas clientes a embarcar em uma travessia que une o charme atemporal das viagens de outrora à energia pulsante da vida contemporânea. Um destino certo para quem reconhece no luxo não apenas um acessório, mas um passaporte para experiências que marcam para sempre.

L’Express e a Herança da Louis Vuitton

Um nome com história
O termo L’Express batizou o primeiro protótipo do hoje lendário Speedy, nos anos 1930. A peça foi criada para acompanhar o ritmo acelerado das viagens de trem da época.

Audrey Hepburn, a embaixadora involuntária
Foi a atriz britânica quem eternizou o Speedy 25, encomendando uma versão menor e mais prática do modelo original.

DNA de viagem
A estrutura maleável e as tiras no corpo remetem ao Keepall, ícone das viagens de longa distância da Louis Vuitton.

Monogram eterno
A clássica Toile Monogram foi registrada pela maison em 1896 e permanece até hoje como símbolo de exclusividade.

Luxo que se adapta
O L’Express é pensado para múltiplos usos: à mão, no braço, ao ombro ou a tiracolo — sem perder a sofisticação.

Trending

Descubra mais sobre Magazine Lifestyle

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo