A alta joalheria autoral da Casa Granatowicz e da Art’G chega a Santa Maria, no Rio Grande do Sul, no dia 21 de setembro. A joalheira, empresária e embaixadora da marca Giovana Romana será a anfitriã de uma noite dedicada a clientes, colecionadores e formadores de opinião, no Espaço Esmeralda.

Magma Vivum aproxima geologia, design autoral, engenharia do ouro e preservação ambiental.

O encontro marca a chegada exclusiva da coleção Emerald Lake ao Estado e reforça a atuação de Santa Maria no circuito nacional da alta joalheria autoral. O espaço comandado por Giovana Romana é o representante exclusivo da linha no Rio Grande do Sul, dentro de uma rede que reúne apenas dez parceiros selecionados em todo o território nacional.

A escolha da cidade coloca o endereço no centro de uma agenda que aproxima mercado de luxo, arte e design autoral. Para celebrar a parceria comercial e acompanhar a noite, Márcio Granatowicz, designer e fundador da Art’G, estará presente como convidado de honra.

Durante o encontro, Granatowicz compartilhará com os convidados os bastidores da alta ourivesaria clássica, o processo criativo e o trabalho artesanal empregado na criação das peças. A programação mantém o caráter reservado do lançamento e apresenta a coleção em um ambiente dedicado ao atendimento de clientes e colecionadores.

Uma coleção inspirada nas paisagens do Canadá

A Emerald Lake foi a primeira coleção desenvolvida pela Casa Granatowicz. Seu ponto de partida está nos tons profundos de verde dos lagos das Montanhas Rochosas canadenses, em uma aproximação entre a pureza visual dessas paisagens e a intensidade das esmeraldas brasileiras nobres.

As pedras utilizadas na coleção são selecionadas sob rigorosos padrões de responsabilidade socioambiental e rastreabilidade ética. A produção está sob o rigor técnico da Casa Granatowicz, divisão de alta manufatura dedicada a peças esculturais e ao prolongado trabalho de bancada artesanal.

O projeto reúne exclusividade, design, técnica e significado em joias de edição limitada. Na proposta da Art’G, o desenho acompanha a qualidade das gemas naturais e mantém uma relação direta com a origem mineral de cada peça.

A apresentação em São Paulo

A Casa Granatowicz apresentou o anel Magma Vivum pela primeira vez ao mercado de joias durante a FENINJER, em São Paulo. A maior feira de joias da América Latina aconteceu de 17 a 20 de agosto, no Transamérica Expo Center, com participação exclusiva de profissionais credenciados da cadeia joalheira.

O Magma Vivum e a coleção Emerald Lake marcaram presença no estande da Art’G, localizado na esquina das ruas Diamante e Citrino. A feira marca a primeira exibição pública do anel, que foi desenvolvido para competir no Inhorgenta Award 2027, em Munique, considerado o Oscar da joalheria mundial.

As duas criações partem de diferentes leituras da natureza. Enquanto a Emerald Lake se volta às paisagens do Canadá, o Magma Vivum observa a força criadora do interior da Terra e tem como referência a atividade vulcânica do Monte Etna, na Sicília.

Um cristal em seu estado natural

O anel reúne engenharia artesanal, inovação em acabamento e um cristal bruto de esmeralda da Mina Belmont, com 17 quilates. A escolha de manter a gema em seu estado natural estabelece o eixo central do projeto.

Na alta joalheria tradicional, o corte costuma buscar brilho e simetria. No Magma Vivum, o caminho é outro. O cristal conserva a forma criada pela natureza, enquanto a estrutura em ouro acompanha sua geometria original. A joia nasce a partir da pedra, e não da imposição de um contorno previamente definido.

A peça inaugura a Linha Magma, série dedicada à interpretação de forças geológicas por meio do diálogo entre o acabamento autoral Ouro Veludo, assinatura da Art’G, e superfícies de ouro polido. O conceito será desenvolvido em futuras criações da coleção.

Engenharia do metal

O Magma Vivum foi concebido como um estudo tridimensional de alta complexidade, baseado em contrastes de textura, volumetria e movimento. O aro estrutural recebe o acabamento Ouro Veludo, cuja superfície fosca e levemente porosa remete à densidade da rocha vulcânica consolidada.

A partir dessa base, fios delicados de ouro 18 quilates, com acabamento espelhado, terminam em microesferas posicionadas individualmente. O encontro entre as superfícies foscas e polidas cria um efeito óptico associado ao fluxo do magma no momento em que começa a se solidificar.

No centro da composição, o cristal bruto de esmeralda da Mina Belmont permanece como elemento principal. A decisão de preservar a gema permite que sua forma mineral continue visível e reforça a opção por uma joalheria que reconhece o valor da matéria em seu estado original.

Para Márcio Granatowicz, fundador e designer da Art’G, o domínio técnico está também na capacidade de preservar. Na construção do anel, a arquitetura em ouro foi desenhada para que o cristal permanecesse como nasceu. O metal representa o magma em movimento, enquanto a esmeralda remete a uma força geológica formada ao longo de milhões de anos nas profundezas do planeta.

Rastreabilidade e responsabilidade

A esmeralda utilizada no Magma Vivum foi extraída na Mina Belmont, referência mundial na produção responsável de esmeraldas há mais de cinco décadas. A cadeia produtiva segue protocolos de mineração sustentável, com tecnologia de ponta, processos de seleção de alta precisão e compromisso com a responsabilidade socioambiental.

A gema possui rastreabilidade integral, desde sua formação geológica até a extração, seleção e aplicação na joia final. O procedimento permite acompanhar sua origem, os cuidados ambientais e os investimentos destinados às comunidades locais em áreas como educação, capacitação profissional e desenvolvimento regional.

A preservação do cristal bruto acompanha essa filosofia. Com menos intervenções sobre a gema, o projeto reforça uma visão de luxo baseada em raridade, procedência e transparência.

Uma nova leitura da alta joalheria

O mercado internacional de joias de alta gama passa por uma mudança significativa. Colecionadores, especialistas e jurados consideram, além da qualidade das pedras, a procedência, a autenticidade, a responsabilidade e a consistência da narrativa de cada criação.

Nesse contexto, o Magma Vivum aproxima geologia, design autoral, engenharia do ouro e preservação ambiental. A peça também estabelece uma pergunta relevante para a alta joalheria contemporânea: até onde deve ir a intervenção do artista quando a própria natureza já definiu a forma da pedra?

A apresentação na FENINJER antecedeu o envio do anel ao Inhorgenta Award 2027, em Munique, competição que reúne algumas das criações mais relevantes da joalheria internacional.

Casa Granatowicz e Art’G

Criada em junho de 2026, a Casa Granatowicz é a assinatura de alta joalheria da Art’G, dedicada a coleções autorais de edição limitada. A estreia acontece com a Emerald Lake, inspirada nas paisagens naturais do Canadá, produzida exclusivamente com esmeraldas da Mina Belmont e distribuída para apenas dez joalherias brasileiras.

A marca reúne as criações mais exclusivas da Art’G e combina design autoral, excelência artesanal, rastreabilidade das gemas e distribuição seletiva. A proposta é voltada a clientes que valorizam raridade, procedência e atemporalidade.

Fundada em 1984, a Art’G foi uma das pioneiras brasileiras na criação de joias contemporâneas. Ao longo de mais de 40 anos, consolidou seu trabalho pela combinação entre tradição artesanal, inovação em design e desenvolvimento de técnicas próprias, como o Ouro 18k Veludo.

Hoje, a empresa amplia sua atuação internacional e leva a joalheria brasileira a mercados mundiais, mantendo como pilares a criatividade, a excelência técnica e a valorização das gemas naturais.

Serviço

Lançamento Emerald Lake por Art’G e Giovana Romana
Data: segunda-feira, 21 de setembro
Horário: a partir das 17h
Local: Espaço Esmeralda, Rua João Pereira Henrique, 501, Cerrito, Santa Maria, Rio Grande do Sul.

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